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PESQUISAS DA CURA DO CÂNCER

 

 

Em uma sociedade onde os cânceres de pulmão e das vias respiratórias estão levando à morte milhares de pessoas em todo o mundo, sua descoberta precoce implica uma boa chance de cura.

Um novo estudo,  publicado no jornal de pesquisa das Terapias Integradas do Câncer, concluiu que os cães poderiam ajudar a descobrir um câncer precoce. 

Os cientistas disseram que os cães têm habilidade, através do faro, de distinguir entre as pessoas afetadas precocemente por câncer de pulmão e das vias respiratórias das que não estão afetadas. A pesquisa, executada na Califórnia, foi documentada recentemente pela BBC no Reino Unido, e logo será levada ao ar nos Estados Unidos. 

É sabido que os cães tem um faro 38 vezes mais poderoso que os humanos, podendo até mesmo farejar tumores que os equipamentos de ressonância magnética não detectam.

Outros estudos documentaram as habilidades dos cães em identificar substâncias químicas que estão diluídas em partes tão baixas quanto por trilhões. As implicações clínicas dessa potencialidade do faro canino surgiram de um relatório que dizia que um cão alertava seu dono sobre o potencial surgimento de câncer de pele constantemente cheirando-lhe as lesões. Estudos subsequentes publicados em publicações médicas informaram a habilidade de cachorros treinados em descobrir melanomas e cânceres de bexiga.  

O novo estudo foi conduzido por Michael McCulloch, da Fundação Pine Street, em San Anselmo, Califórnia, e Tadeusz Jezierski, da Academia Polaca de Ciências, Instituto de Genéticas e Procriação Animal, que concluiu que os cães podem descobrir cânceres farejando a respiração exalada de potenciais pacientes de câncer.

Cinco cães de guarda domésticos foram treinados em um período de três semanas para detectar cânceres dos pulmões ou das vias respiratórias, cheirando o hálito dos pacientes. O teste compreendia 55 pacientes com câncer de pulmão e 31 nas vias respiratórias, os quais não haviam ainda sido submetidos à quimioterapia, e mais 83 pacientes saudáveis.  

Os cachorros cheiraram amostras de respiração dos participantes humanos, capturadas em um tubo especial. Os cachorros foram treinados para identificar um paciente de câncer, se sentando ou se deitando diretamente na frente de uma bancada de teste que continha a prova de um paciente de câncer, enquanto ignoravam amostras de pessoas saudáveis.  

Os resultados mostraram que os cães podem descobrir tipos de cânceres pulmonares com eficiência entre 88% e 97%.  Mesmo quando o paciente era fumante a eficiência dos cães persistiu. O principal é que ficou claro que os cães treinados podem até mesmo descobrir tumores em fases precoces de ambos os tipos das doenças nesta área respiratória. Os investigadores concluíram que o uso dos cães na detecção pela respiração poderia reduzir substancialmente as incertezas dos métodos de diagnose de câncer.             FONTE: World-Science.net  - 5 de janeiro de 2006

 

E OS CARRAPATOS TAMBÉM VÃO COLABORAR!!!

 

 

Um dos bichos mais nojentos, capaz de transmitir doenças para animais e humanos, e que você provavelmente já tirou um do seu cachorro e o esmagou na unha pode oferecer a cura de alguns dos mais severos cânceres, dizem cientistas do Instituto Butantã. 

 

Butantã vai testar droga contra o câncer em humanos

OESP 25/10/14 - Fábio de Castro

 Remédio produzido a partir de uma proteína extraída da saliva de carrapato levou à regressão de tumores em camundongo e coelho

 

O Instituto Butantã entrou na reta final para os testes clínicos – com humanos – de uma nova droga contra o câncer produzida a partir de uma proteína encontrada na saliva do carrapato-estrela (Amblyoma cajennense). Os experimentos feitos com camundongos e coelhos, inteiramente concluídos, mostraram que a proteína levou à regressão de tumores renais, de pâncreas e do tipo melanoma, além de reduzir metástases pulmonares derivadas desses tipos de câncer.

 

De acordo coma coordenadora do estudo, Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, o instituto está esperando autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar os testes clínicos em humanos. “Confirmamos que a proteína ataca e mata as células cancerígenas sem oferecer risco às células saudáveis. Os testes pré-clínicos foram um sucesso e temos tudo pronto para termos um medicamento inovador para tratamento do câncer com menos efeitos colaterais”, disse.

 

Segundo ela, as pesquisas foram iniciadas há cerca de dez anos no Laboratório de Bioquímica e Biofísica. Mas o impulso definitivo aconteceu em 2013, com a construção de uma nova infraestrutura, exclusivamente voltada para o projeto, financiada com recursos de mais de R$ 15 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O instituto conseguiu também parceria com a indústria farmacêutica nacional para realizar os testes.

 

Segundo ela, o modelo de pesquisa e desenvolvimento traçado pelo instituto é um marco para a ciência brasileira. “Graças à expertise do instituto e à estrutura do laboratório, conseguimos produzir a proteína em biorreatores dentro das condições exigidas pelos órgãos reguladores e adiantamos os testes de estabilidade e toxicidade.”

Assim, segundo ela, foi possível levar a pesquisa até um estágio tão avançado que a indústria se sentiu confortável para fazer uma formulação e tocar os ensaios pré-clínicos. “Com isso, acredito que conseguimos criar um modelo de desenvolvimento de novos fármacos viável para o País”, disse. Transformar as pesquisas feitas na bancada dos laboratórios em produtos disponíveis no mercado, segundo ela, é um notório gargalo para a produção de novos medicamentos.

 

Saliva de carrapato

 

De acordo com Ana Marisa, o interesse inicial do laboratório no carrapato-estrela não tinha nenhuma relação com o câncer. Os cientistas queriam entender como a espécie, que se alimenta de sangue de animais, é capaz de impedir sua coagulação.

 

“Analisamos uma série de substâncias na saliva do carrapato e encontramos uma proteína que inibia uma fase importante do processo de coagulação sanguínea. Como é difícil trabalhar diretamente com a saliva do animal, analisamos os genes envolvidos com a expressão dessa proteína e, com técnicas de engenharia genética, expressamos essa proteína em bactérias”, afirmou. Durante os vários testes com a nova molécula – batizada de Amblyomin-X–, os pesquisadores notaram que, além de inibir a coagulação em células de vasossanguíneos, ela matava células tumorais. “Testamos em culturas e células, em camundongos, depois em coelhos. O resultado era sempre o mesmo: as células normais permaneciam ilesas e as células tumorais morriam”, disse.

 

Utilizando marcadores biológicos, os cientistas acompanharam a trajetória da molécula no organismo dos animais. “Nos animais sem tumores, vemos a molécula dar uma volta e ser excretada. Nos que têm tumor, ela fica estacionada. Isso demonstra a baixa toxicidade da droga”, disse Ana Marisa.